Os termos "Igreja" e "Cristão" são particularidades do cristianismo - o legítimo, o apostólico. Para mim este tal mandeísmo não tem absolutamente conexão nenhuma. O fato de usar a figura de João Batista também pouco importa.
Visitantes:2 Membros:1, Metran Nesta página:2 Membros: 24, mais novo: pradela
ANO IV
Seja bem vindo! Una-se à nossa idéia! Faça um blog, um site... Difunda o ensinamento tradicional da Igreja - a Doutrina dos Apóstolos. Faça alguma coisa! Defenda a Igreja de Cristo hoje massacrada, atacada e perseguida principalmente pelos inimigos internos, porque antes da vinda de Cristo, a Igreja deverá passar por uma prova final, que abalará a fé de numerosos católicos. A perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra, porá a descoberto o "mistério da iniquidade", sob a forma duma impostura religiosa, que trará aos homens uma solução aparente para os seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A suprema impostura religiosa é a do Anticristo, isto é, dum pseudo-messianismo em que o homem se glorifica a si mesmo, substituindo-se a Deus e ao Messias Encarnado
DEFENDER - DIVULGAR - DENUNCIAR
João Paulo II, Evangelium Vitae, 21a
«Quando se procuram as raízes mais profundas da luta entre a "cultura da vida" e a "cultura da morte, não podemos deter-nos na noção perversa de liberdade acima referida. É necessário chegar ao coração do drama vivido pelo homem contemporâneo: o eclipse do sentido de Deus e do homem, típico de um contexto social e cultural dominado pelo secularismo que, com os seus tentáculos invasivos, não deixa às vezes de pôr à prova as próprias comunidades cristãs. Quem se deixa contagiar por esta atmosfera, entra facilmente na voragem de um terrível círculo vicioso: perdendo o sentido de Deus, tende-se a perder também o sentido do homem, da sua dignidade e da sua vida; por sua vez, a sistemática violação da lei moral, especialmente na grave matéria do respeito da vida humana e da sua dignidade, produz uma espécie de ofuscamento progressivo da capacidade de enxergar a presença vivificante e salvífica de Deus.»
Bento XVI reconhece que, depois do Vaticano II, os padres já não sabem qual é a sua missão no mundo.
“Depois do Concílio Vaticano II se produziu aqui e ali a impressão de que a missão do sacerdote em nosso tempo fosse qualquer coisa de mais urgente” que o anúncio da Palavra e a administração dos sacramentos, porque houve quem pensasse “que se devesse em primeiro lugar construir uma sociedade diferente.”
"Alguns pensaram que o principal dever fosse o de construir, antes de tudo, a justiça social”.
E relembra a lição de casa para os sacerdotes:
“Primeiro dever não é a construção da justiça social”
1. Já nos detemos anteriormente sobre o grandioso afresco de Cristo, Senhor do universo e da história, que domina o hino colocado no início da Carta de São Paulo aos Colossenses. Este cântico, de facto, marca as quatro semanas nas quais se desenvolve a Liturgia das Vésperas.
O centro do hino é constituído pelos versículos 15-20, nos quais entra em cena de maneira directa e solene Cristo, definido "imagem" do "Deus invisível" (v. 15). A palavra grega eikon, "ícone", é querida ao Apóstolo: nas suas Cartas usa-a nove vezes aplicando-a quer a Cristo, ícone perfeito de Deus (cf. 2 Cor 4, 4), quer ao homem, imagem e glória de Deus (cf. 1 Cor 11, 7). Mas, com o pecado, os homens "trocaram a glória do Deus incorruptível por figuras representativas do homem corruptível" (Rm 1, 23), escolhendo adorar os ídolos, tornando-se semelhantes a eles.
Por isso, devemos modelar continuamente o nosso ser e a nossa vida na imagem do Filho de Deus (cf. 2 Cor 3, 18), porque fomos "libertados do poder das trevas", "transferidos para o reino do seu Filho dilecto" (Cl 1, 13). Este é o primeiro imperativo deste hino: modelar a nossa vida na imagem do Filho de Deus, entrando nos seus sentimentos e na sua bondade, no seu pensamento.
2. Depois, Cristo é proclamado "primogénito (gerado antes) de todas as criaturas" (v. 15). Cristo precede toda a criação (cf. v. 17), sendo gerado desde a eternidade: por isso "foi nele que todas as coisas foram criadas, nos céus e na terra" (v. 16). Também na antiga tradição hebraica se afirma que "todo o mundo foi criado em vista do Messias" (Sanhedrin 98b).
Para o Apóstolo, Cristo é o princípio de união ("todas as coisas n'Ele subsistem"), o mediador ("por meio d'Ele"), e o destino final para o qual converge toda a criação. Ele é "o primogénito de muitos irmãos" (Rm 8, 29), ou seja é o Filho por excelência na grande família dos filhos de Deus, na qual nos insere o Baptismo.
Nelas há algumas passagens difíceis de entender...
"Ao dizer que "em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos" Paulo não se considerava melhor do que eles, mas igual em termos da pregação do Evangelho, ou seja sua Palavra do Evangelho foi igual a Palavra do Evangelho dos mais excelentes apóstolos."
Essa acima é a explicação (livre interpretação) protestante para 2 Corintios 11:5
Vejamos o que aconteceu de fato:
A segunda carta é quase toda uma defesa de São Paulo contra as acusações que o mesmo sofria. Tanto assim que ele até chora a escrever certas coisas.
No caso em questão, São Paulo teme que a igreja de Corinto se deixe seduzir por esses tais falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, que transfiguram-se em apóstolos de Cristo e apresentam evangelhos diferentes. São Paulo os chama de "superapóstolos" ou eminentes(com aspas) apóstolos!
Ele incentivava e aplaudia as iniciativas de pregar o Evangelho por qualquer grupo, mesmo que houvesse contendas. Então o maior problema não eram esses falsos apóstolos e sim, o Evangelho diferente. Acontece que esses, além de falsos apóstolos e além de pregarem um Evangelho diferente, estavam a seduzir o povo da Igreja de Corinto. E seduziam colocando coisas na cabeça desse povo: Acusações contra São Paulo!
São Paulo estava recebendo algumas acusações e queixas da comunidade de Coríntos e o que estava por trás dessas acusações era a busca de poder. Ao combater os falsos apóstolos ou "super-apóstolos", ele acaba também combatendo os grupos que se achavam superiores aos demais, que queriam se sobressair sem se preocuparem com a mensagem original da Cruz..
Na verdade São Paulo não estava se referindo aos OUTROS APÓSTOLOS DE CRISTO, mas pseudos apóstolos, pregadores que estavam pregando um Evangelho diferente do dele!
Então com relação a esses falsos apóstolos São Paulo não foi inferior e nem foi igual. Ele foi SUPERIOR!
Espero que o texto fique definitivamente esclarecido!
“Nelas há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam, para a sua própria ruína, como o fazem também com as demais Escrituras.” (II Pe 3,16)
Ó preciosíssimo dom da cruz! Vede o esplendor da sua forma! Não mostra uma figura mesclada de bem e de mal como aquela árvore do Paraíso, mas totalmente bela e excelente à vista e ao paladar. É uma árvore geradora de vida, não de morte; ilumina, não cobre de trevas; introduz no Paraíso, dele não expulsa; árvore em que Cristo, qual rei, com bravura sobe e vence o demónio, detentor do poder da morte, e liberta o género humano da escravidão tirânica.
Sobre esta árvore o Senhor, qual valente guerreiro, ferido durante o combate nas suas mãos, pés e lábios divinos, curou as chagas do pecado e a nossa natureza ferida pelo mortífero dragão.
Mortos no princípio pela árvore, agora, pela árvore, recuperamos a vida; enganados antes pela árvore, na árvore repelimos a astuciosa serpente. Na verdade, novas e extraordinárias mudanças. Em vez da morte, dá-se a vida; em vez da corrupção, a incorrupção; do opróbrio, a glória.
Tinha razão em exclamar o santo Apóstolo: “Quanto a mim, não quero gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por quem o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo!” Pois a máxima sabedoria, aquela que floresceu da cruz, desafia a jactância da sabedoria do mundo e a arrogância da tolice.
O tronco de todos os bens, elevado na cruz, extirpou todos os brotos da maldade e da injustiça.
Já as prefigurações desta árvore desde o princípio do mundo foram sinais e indícios de fatos em extremo admiráveis. Veja, quem tem vontade de saber. Noé, com os seus filhos e as esposas, e com todas as espécies de animais, não se livrou da morte no dilúvio decretado por Deus numa pequena quantidade de madeira?
E a vara de Moisés? Não é figura da cruz? Ora transformando a água em sangue, ora devorando as fictícias serpentes dos magos, ora dividindo o mar com o seu toque, ora fazendo voltar as ondas ao seu lugar e submergindo os inimigos. Mas sempre salvando aquele povo escolhido. Ainda figura da cruz, a vara de Aarão reverdecendo no mesmo dia, revelando o sacerdote legítimo.
Abraão também a prefigurou ao pôr o filho amarrado sobre o feixe de lenha. Pela cruz a morte foi destruída e Adão recuperou a vida. Da cruz gloria-se todo O apóstolo, por ela todo o mártir é coroado, todo o justo é santificado. Pela cruz revestimo-nos de Cristo, despojamo-nos do velho homem. Pela cruz, nós, ovelhas de Cristo, reunimo-nos num só rebanho, destinados que somos aos campos celestes.
Vamos ver se serão ILEGÍTIMAS! Estão marcadas para do dia 27 de junho.
"Essas ordenações serão conferidas com o objetivo de servir à Igreja Católica. Conferimos essas ordenações sacerdotais para assim expressarmos a nossa unidade com a Igreja de Roma. Essa unidade consiste no mesmo ensinamento, nos mesmos sacramentos e no Santo Sacrifício da Missa de Sempre. Não queremos nenhuma Igreja paralela, mais sim estarmos dentro da única e verdadeira Igreja Católica, que conserva o bem inestimável da Tradição católica.
Os bispos irritados evocam sempre o direito canônico. Porém, consideremos uma analogia: um edifício valioso está pegando fogo, um grupo de jovens valentes acorre apressadamente para o local do incêndio a fim de apagar o fogo ou, pelo menos, contê-lo e mais tarde iniciar a reconstrução. Porém, os guardiões da ordem os detêm sob a alegação de que eles excederam o limite de velocidade. Será que hoje em dia o último cânon do Direito Canônico de 1983, de acordo com o qual a lei superior da Igreja é a salvação das almas, perdeu a validade?"(Pe. Stefan Frey, Reitor do Seminário)
“Não podemos simplesmente dizer agora, "parem de respirar". Nós precisamos respirar. E, definitivamente, se o Papa foi tão bom ao retirar as excomunhões, significa que ele não quer que agora morramos”. (Dom Bernard Fellay, superior geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X)
1. Em virtude daquela loucura infinita que só o Amor e a Misericórdia que Deus é podem explicar fui Ordenado sacerdote no dia de Santa Maria Goretti, 6 de Julho de 1986. Não foi por acaso que na pagela que fiz distribuir, segundo um costume antigo, citei o Salmo 115 (116): “Como agradecerei ao Senhor tudo quanto fez por mim? Elevarei o cálice da salvação, invocando o nome do Senhor”. Totalmente incapaz de retribuir em gratidão os milagres que Ele operou em mim só podia incorporar-me naquela acção de graças que é o Sacrifício Eucarístico de modo que agindo na Pessoa do próprio Jesus Cristo fosse Ele mesmo a minha Gratidão, só assim condigna. O Cálice da Salvação é o Sangue de Cristo Ressuscitado e Glorioso, que Se torna presente quando na consagração o sacerdote diz: “Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do Meu Sangue …”. Daí quem em grande parte a minha resposta à vocação (ao chamamento) sacerdotal, a que nunca me teria atrevido se não fora por uma atitude de Fé na orientação do meu director espiritual, fosse motivada ou marcada por esta gratidão e pela vontade de proporcionar a todos os que viesse a encontrar e que estivessem longe de Jesus Cristo a mesma experiência de Redenção que me tinha sido concedida, sem mérito nenhum da minha parte.
No seguinte mês de Outubro fui enviado para o nosso convento em Coimbra. A comunidade era constituída pelo P. Mário Branco, famosíssimo pregador, poeta, tio do cantor José Mário Branco, o P. Veiga Araújo, confessor de nomeada, exímio no acompanhamento espiritual, o P. Ilídio de Sousa Ribeiro, Doutor em filosofia e escritor, o P. Carlos Barbosa, Doutor em Teologia Dogmática, antigo reitor do colégio dos órfãos, o Frei Andrade Café, seminarista, notável pelo seu espírito de serviço e o Frei Joaquim, um santo.
O frei Joaquim era um irmão de 80 anos que se destacava por passar despercebido. Dormia, comia, trabalhava muito e rezava imenso. Quando tinha algum tempo livre dedicava-o sempre a visitar os presos e os doentes, levando-lhes palavras de conforto, de consolação, de esperança, ensinando-lhes com simplicidade a confiança em Deus, a devoção à Virgem Santíssima, o amor à Igreja.
A sua mansidão, suavidade e humildade eram verdadeiramente singulares. A consciência que tinha da transcendência do “Altíssimo, Omnipotente e Bom Senhor” era profundíssima e por isso passava longos tempos completamente prostrado diante do Sacrário. E essa distância imensa a que se punha da Divindade, esse nulificar-se, essa percepção de ser mendigo do Ser, ocasionava uma radical proximidade de Jesus Cristo, que derramava na sua alma sobreabundantes tesouros da Sua graça.
Viver com um santo, ao contrário do que se possa pensar, nem sempre é fácil, podendo mesmo ser árduo. E a razão é simples. A sua vida é uma luz que continuamente descobre os nossos erros, defeitos e pecados. Não é que ele no-los aponte, só que na presença da sua luminosidade torna-se patente aquilo que antes não víamos. E a descoberta dos nossos monstros interiores, para usar uma expressão de Jean Vanier, é, pelos menos ao princípio, assustadora. Claro que acaba por ser sempre proveitoso, porque nos “obriga” a uma conversão contínua, a uma humildade crescente. Mesmo o processo de aceitação da perfeição do outro tem as suas etapas dificultosas, uma vez que o nosso pecado para se esconder aos nossos olhos, procura encontrar no outro imperfeições ou defeitos com que se irritar. Mas a singeleza e a inocência terminam por triunfar forçando-nos à rendição.
As idéias expressas neste site, de parte da administração, são de responsabilidade exclusiva de seus autores, os quais são leigos católicos. Nessa condição,os colaboradores deste site jamais têm qualquer pretensão de falar em nome da Santa Igreja, mas apenas procuram defendê-la e difundir o que Ela sempre ensinou, de forma fiel, o ensinamento tradicional da Igreja - a Doutrina dos Apóstolos.
Desenvolvido por
Concordância com o padrão W3C
PageRank
Todos os logotipos e marcas registradas deste portal, são propriedade de seus respectivos proprietários. As opiniões expressas nos artigos, colunas, notícias, fóruns ou quaisquer meios de interatividade deste site, são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente o pensamento do Portal União. Portal desenvolvido com sistema e107, distribuído sob licença GNU GPL. e107Brasil